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APEROL SPRITZ, a bebida para celebrar a amizade

APEROL SPRITZ, a bebida italiana para acompanhar as conversas com os amigos

Em 2011, após o jornal The New York Times escolher o APEROL como a bebida do verão Europeu, a fama da marca se estabeleceu no mercado internacional e continuou na preferência dos italianos, em qualquer estação do ano, até hoje.

APEROL SPRITZ, a bebida para celebrar a amizade

Não é só o vinho que nos faz lembrar a Itália. Com sede mundial na cidade de Milão e um faturamento de 200 milhões de euros anuais, o APEROL é a bebida escolhida pelos milaneses para os finais de tarde nos encontros com os amigos, nos happy hours.

 

Essa bebida de baixo teor alcoólico e pouco calórica pode ser vista nas mesas dos bares de Milão, acompanhado de batatas chips, azeitonas e legumes cortados em cubos, quase todas as noites.

 

A bebida de cor alaranjada é servida em uma taça de vinho com bastante cubos de gelo e uma fatia de laranja, como toque final. Mistura-se, ainda, uma parte de Prosecco e um pouco de água gaseificada, formando o cocktail Spritz. Se tornou um ritual para quem, depois de um cansativo dia de trabalho, procura uma mesa de bar com os amigos para relaxar.

 

Em Milão, é o Terrazza Aperol o point dos amantes dessa bebida. O lugar oferece uma vista privilegiada para a Piazza Duomo, sendo frequentado tanto por gente famosa, intelectuais e artistas como o público em geral. O local oferece, além do Spritz Aperol, sobremesas, sorvetes, mousses, caldas, pudins, que utilizam a bebida nas receitas.

 

Fora de Milão, o Spritz também é o cocktail mais pedido em toda a Itália. No verão, a bebida é vendida em copos de plásticos, nos food trucks à beira dos rios das várias regiões, principalmente, em Veneza, Positano e outras cidades da Costa Amalfitana.

 

A História

 

Como a maioria das marcas italianas, o APEROL tem a sua história ligada à família. Os irmãos Luigi e Silvio Barbieri herdaram a destilaria do pai, localizada na região do Vêneto, cidade de Padova, no ano de 1912.

 

Os irmãos desejavam encontrar a fórmula de uma bebida leve e refrescante de baixo teor alcoólico, e, segundo o site Mundo das Marcas, após sete anos de pesquisa chegaram, finalmente, ao APEROL, uma mistura de ervas e frutas cítricas de uma cor laranja forte.

 

O nome veio da palavra francesa apéro usada para se pedir um aperitivo. A bebida ganhou a preferência das mulheres pelo seu baixo teor calórico e alcoólico.

 

Em 1920, as propagandas da marca promoveram a ideia de elegância e estilo para os apreciadores do APEROL. Mas foi em 1950, quando foi misturado ao APEROL uma dose de Prosecco, água gaseificada, bastante gelo e uma rodela de laranja, criando o famoso Lo Spritz, que a bebida alaranjada tomou conta da preferência dos italianos.

 

Há quem pense que APEROL e o Spritz são sinônimos porque podemos pedir um ou outro que será servida a mesma bebida. O grupo Campari comprou o APEROL em 2003 e impulsionou as propagandas da marca em todo mundo, direcionando sua receita do Spritz para o público mais jovem.

 

Foi lançada no mercado doméstico a garrafa pequena do APEROL com objetivo do cocktail Spritz ser preparado em casa. Em 2011, após o jornal The New York Times escolher o APEROL como a bebida do verão Europeu, a fama da marca se estabeleceu no mercado internacional e continuou na preferência dos italianos, em qualquer estação do ano, até hoje.

 

Venha conhecer Milão com a tranquilidade da nossa assessoria. Recebemos você no aeroporto, levamos ao hotel e o acompanhamos nos passeios.

 

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Solange Padilha

Missão da Gastronomia

Comer não é só matar a fome. Há muito tempo que o ser humano compreendeu o significado da sua relação com o alimento.

 

Os povos indígenas possuem suas tradições para saudar a fartura da colheita e celebrar um acontecimento, se reunindo em torno de um alimento.

 

Toda a história da cultura humana, no mundo inteiro, descreve as celebrações culturais de cada povo, seja nos momentos de nascimento, aniversários ou morte, servindo um prato típico.

 

Cada povo possui, em sua cozinha, temperos típicos que estão de acordo com o clima, relêvo, e com o modo de vida dos habitantes desse lugar. Quem mora na montanha cozinha alimentos diferentes de quem mora na praia.

 

Nos países de clima mais frio, os alimentos escolhidos devem cumprir a missão de aumentar a temperatura do corpo. Do mesmo modo, quem vive em países tropicais, como o Brasil, escolhe alimentos mais adequados ao clima. Temos pratos  mais ou menos apimentados, suculentos ou secos; com muita carne ou só peixe e vegetais; etc. 

 

Cozinhar para alguém é uma prática altruísta que desenvolve o sentimento de querer fazer o outro feliz. Esse ato fortalece o elo entre as pessoas e desperta o sentimento de gratidão pela natureza, pelo agricultor e por quem cozinhou o alimento.

 

Por isso, quando preparamos um alimento, devemos ter a consciência da importância e do significado da alimentação, que deve ser a mais natural possível.

 

Mokiti Okada, um Mestre da Alimentação Natural apresenta seus conceitos a toda sociedade sobre a arte de cozinhar:

• Preparar o alimento sempre pensando na felicidade de quem vai saborea-lo;

• Compreender que o alimento é vida, portanto devemos ter o cuidado na escolha dos ingredientes e na forma de prepará-los, pois a vida das pessoas está nas mãos de quem cozinha;

• Desenvolver o espírito de busca para receitas saudáveis;

• Desenvolver a visão do Belo no preparo dos pratos;

• Respeitar a cultura das receitas;

• A cozinha, sendo um local que promove a felicidade por meio da alimentação, deve estar sempre limpa e bela, com os objetos em ordem.

 

Na Itália, a cultura da gastronomia é a própria alma do país. Os italianos se orgulham de seus pratos e da forma como cada um é preparado. O respeito para com as receitas de seus antepassados é uma regra, no preparo dos alimentos. Costuma ser uma herança guardada em segredo pela família e repetida na Arte da cozinha para quem desejar provar. 

 

Se o visitante passar o pão no prato, como se lambesse o restinho do alimento, mostra à dona da casa ou ao chef do restaurante  que a sua missão foi cumprida com êxito.

 

Cozinhar e reunir a familia e os amigos em torno de uma mesa é um dos hábitos mais comuns e saudáveis da cultura italiana. E esse costume nós, brasileiros, herdamos dos italianos que se misturaram na nossa cultura, com a presença desse povo querido nas várias cidades de norte a sul do Brasil.

 

Venha conhecer Milão e se surpreenda com a beleza da Arte da cidade, suas construções medievais e contemporâneas, a beleza de seus parques e jardins e da famosa gastronomia italiana.

 

Aprenda com Chefs renomados alguns pratos típicos italianos para fazer a quem você ama feliz. Tudo isso é possivel com a nossa assessoria.

 

Escolhemos roteiros incríveis da gastronomia, além de um curso com professores Chefs experientes, para você aprender alguns pratos típicos italianos.

 

Venha conosco nessa aventura!

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Solange Padilha

 

 

 

A Cozinha de Inverno

Castelleto di Cuggiono é uma província de Milão onde passa o rio mais querido dos milaneses, o Naviglio. Nesse pequeno paese encontramos um restaurante que nos faz sentir no paraiso da boa comida: o La Pirogue.

 

Localizado numa pequena colina à beira do rio Naviglio, onde podemos comer olhando para toda a beleza do lugar, o La Pirogue nos oferece o sabor da cozinha milanesa.

 

Romulo, Chef e dono do lugar, cozinha os pratos tipicos com as receitas da sua nona (avó), nos recebendo pessoalmente, à beira da churrasqueira enorme, no meio de uma das salas. 

 

Um dos pratos, a Casola, veio das fazendas do norte da Itália, feito com costelinha de porco, linguiça, cenoura, com molho de repolho sobre a polenta. A carne de porco sustenta o corpo e aumenta a temperatura, ajudando a suportar o rigor do inverno do norte da Europa.

 

Esse prato me fez perceber a presença italiana na cozinha do sul e sudeste do Brasil. A churrasqueira também me fez lembrar das serras gauchas.

 

Depois de saborear a carne e tomarmos um vinho da região, chega a hora de se acabar na mesa de doces feitos na cozinha do La Pirogue.

 

Se você vem a Milão nesta época, podemos te levar até nesse lugar dos deuses...

 

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Panetone: O Pão de Natal dos Milaneses para o mundo!

A verdadeira origem do panetone está localizada no costume difundido na época medieval de celebrar o Natal com um pão mais saboroso que o de todos os dias. Temos algumas versões:

 

Tito, um humilde ajudante de cozinha de Ludovico o Mouro, ultimo Duque de Milão, na véspera de Natal, decidiu sacrificar o pão de levedura que tinha reservado para o Natal de sua família, porque o cozinheiro-chefe havia queimado o doce principal. Tito usou o pão que era feito com bastante farinha, ovos, açúcar, uvas passas e frutas cristalizadas.

 

A massa deveria ser sovada até ficar macia e muito levedada. O resultado foi um sucesso estrondoso e o Duque Ludovico Sforza deu o nome de Pão de Toni, em homenagem ao criador.

 

Mas você vai ler essa história de outra forma também: Tito se apaixonou pela filha de Ludovico e fez a receita para impressionar o pai da moça. Ludovico ficou com o pão e o cozinheiro sem a moça.

 

Alguns autores dão a autoria do Panetone a criadores da confeitaria, entre os quais se destacam Ughetto degli Atellani e a Irmã Ughetta.

 

Uma outra versão conta que até 1395 todos os fornos de Milão (exceto o pertencente aos Rosti, fornecedor das pessoas com maior poder aquisitivo) tinham permissão de cozinhar pão de trigo apenas no Natal, para homenagear os seus clientes habituais. Sendo assim, os pobres só comiam pão de trigo, no Natal.

 

O costume de comer pão de trigo no Natal teve início em Milão mas, sendo um costume medieval, no entanto, muitas outras cidades italianas e europeias saboreiam o Panetone na época da festa natalina.

 

Todas as confeitarias milanesas e os supermercados estão abarrotados de várias marcas de Panetone para o Natal. Mas começamos a comer antes mesmo da ceia natalina.

 

Em 2005 o governo italiano decreta uma lei protegendo a receita milanesa do Panetone. Ou seja, não se pode mudar a forma básica de se fazer o pão de Natal, determinando as quantidades mínimas de cada ingrediente.

 

Você deve ter visto no Brasil algumas versões como o Chocotone, que não pode ser chamado de Panetone porque mudou a receita básica, mas faz o maior sucesso.

 

Naturalmente que foram os imigrantes italianos, depois da segunda guerra mundial, que trouxeram a receita para o Brasil. Hoje, o Panetone entrou para a nossa mesa Natalina, repetindo um costume de nossos ancestrais milaneses.

 

Solange Padilha

 

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Castanha, Brioches, Salames e Sorvetes

Delicias de Milão

Quem pensa que italiano só come pizza e macarrão está muito enganado. Arroz e polenta são a base da comida milanesa, mas os risotos e a vitela à milanesa são os clássicos.

 

Milão é um santuário de pratos para todos os gostos. Nesta época do ano é outono, em Milão.

 

As folhas começam a cair das arvores e as cores marrom, amarela e vermelha enchem o chão dos parques e das calçadas. O frio substitui as noites quentes de verão e começamos a usar as botas e as echarpes.

Na Itália as estações do ano são muito bem definidas.

 

O outono traz duas figuras importantes para a gastronomia milanesa: a castanha (aquela do natal) e as trufas (diferente daquele bombom que conhecemos no Brasil).

 

As castanhas são assadas ou cozidas ou raladas para se transformar em farinha utilizada em doces, bolos, sorvetes. Também aparecem nos risotos. A História nos conta que em Roma antiga, esse costume de vender castanha assada nas ruas já existia.

 

O que se sabe é que toda Europa festeja a colheita da castanha, no outono. Tomar vinho quente (quente mesmo) com a castanha assada junto aos amigos, faz parte da cultura milanesa.

 

Outra iguaria da cozinha milanesa, muito usada nesta época, são as trufas. Uma espécie de tubérculo que vive junto às raízes da castanheira entre outras arvores, essa leguminosa possui um sabor muito característico, além de o aroma inconfundível.

 

Muita usada, principalmente, em risotos e carnes, as trufas fazem parte da nobreza dos temperos italianos. Se você está vindo para Milão ou está se programando para vir, conte com a nossa assessoria, com acompanhamento em todos os pontos turísticos de Milão, além de sugestões de bons restaurantes, para todos os gostos e bolsos.

 

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Grazie

Solange Padilha